paixões e trilhas sonoras
Agosto 29, 2008
Nunca fui do tipo namorador. Meu primeiro beijo foi aos 18 anos com minha primeira namorada num tempo que tenho poucas lembranças. Antes disso já tinha tido um grande amor platônico e algumas paixões, coisa de adolescente sonhador. De lá pra cá também não tive muitas namoradas, mas tive grandes paixões, coisas de um homem de vinte e poucos anos ainda sonhador. E algumas dessas tantas paixões tiveram trilhas sonoras inesquecíveis, daquelas músicas que você ouve e lembra até o cheio da pessoa. Tava lembrando disso outro dia quando ouvi uma dessas músicas e fui quase que teletransportado para momentos que ficaram marcadas na minha memória, para lugares que lembrarei para sempre. Consigo lembrar de três delas que me fazem lembrar de três pessoas especiais. Nenhum amor profundo, apenas paixões que merecem ser lembradas.
Escrevi – Novo som
Essa tá na cara que é da adolescencia e foi tema da minha primeira paixão. Era um sucesso cantar isso pra namorada. Hoje quando olho a letra dessa música não entendo porque a gente cantava isso pensando na paquerinha, se a música era na verdade uma declaração de amor pra Deus. Mas enfim, era um tempo que cantar Tom Jobim não se aplicava bem a um garoto cristão.
Come Away With Me – Norah Jones
Essa é de uma paixão que veio com muita força, que veio muito rápido e foi embora mais rápido ainda. Tempo de bom de redescobrir o poeta que havia em mim que a tempos havia adormecido. O bom de tudo isso é que eu conheci Norah Jones e não parei de escutar até hoje.
There she goes – Sixpence None The Richer
Sixpence me lembra cheiro, olhar, hora e lugar de alguém muito especial. Foi a minha melhor trilha sonora e, até que se prove o contrário, minha melhor paixão. Tem gosto de tapioca, cheio de mar, olhar vivo, hora e dia marcado pra acontecer. E não é difícil embalar uma paixão ao som da voz da Leigh Nash, não é verdade?











Agosto 29, 2008 at 4:38 pm
Três? Só três????????/ hehehehehhe
E suas outras paqueritchas? Tinham trilhanão né?coitadas….
Homem é tuuuuuuuudo igual!hauahaua
Agosto 29, 2008 at 4:56 pm
leigh nash é o futuro.
Agosto 29, 2008 at 10:17 pm
Novo Som é brega, hehehe. Mas fazer o quê… se faz parte do seu passado…
Agosto 30, 2008 at 3:33 am
Também me acabo de rir quando vejo a letra das músicas do novo som! Muitas delas eram canções de serenata pra mulher (ou guria) amada. Era só tirar o “Jesus”, que vinha em anexo na última parte do último verso da última estrofe! hehe
Sixpense, ao contrário de Tom, podia ser cantado. Afinal, começaram como Gospel… hehe
Agosto 31, 2008 at 12:23 am
ei. blzinha? cheguei no seu blog através do blog do rodrigo (bressane). vi um comentário seu e entrei aqui, hehehe.
gostei do blog. e mais ainda desse post =) comecei a escrever há um tempo atrás um texto sobre “trilhas sonoras em minha vida” pra postar no blog, mas não terminei. Legal ver q isso rola c outras pessoas tb.
abç
Setembro 1, 2008 at 1:30 pm
Cara! Tirou o post do meu blog. Mas o tema seria outro.
Sempre pensei como ouvir uma música fazia como se a gente fosse transportado para aquele momento determinado da nossa vida. E também tenho uma teoria que, além disso, sentir certos cheiros transportam o seu coração, seus sentimentos para o passado. Ainda vou falar sobre isso no Pensária.
É claro que tenho trilhares de trilhas (hehe!) para trilhares de paixões platônicas, como todo bom adolescente cristão comum. E o interessante é como os gostos de garotos cristãos se repetem. Eu ouvi exatamente isso aí na adolescência. E se for analisar bem, cada um tem a ver com uma garota. Nem que seja por amizade.
Setembro 1, 2008 at 1:31 pm
Complementando: é claro que falo isso com naturalidade porque já encontrei aquela pela qual me orgulho de todas as paixões terem sido platônicas. Hoje todas as músicas românticas da minha vida são pra ela…