O Bicho de Rondônia

Meu agregador de feeds é uma eterna metamorfose ambulante. Todo dia eu mudo de idéia com relação ao que é ou não importante nas minhas leituras diárias. Algumas coisas eu leio dinamicamente. Os posts de ‘figurinhas’ são só pra rir e compartilhar, na esperança que meus amigos também riam comigo. Mas tem outras coisas que eu deixo lá, guardado, aguardando tempo e cabeça fria pra ler com mais atenção. Porque são textos que me tomam tempo, que me fazem pensar, quem são, em sua maoria, longos e que eu sei que causarão algum tipo de reboliço, de mudança em mim. Um deles é o Bicho de Rondônia. Um cara tímido, que nunca tinha se mostrado. O máximo de imagem que eu tinha visto dele era uma camisa vermelha com mata verde ao fundo. Do nada o cara resolve aparecer, mostrar a cara. E você acha que ele colocou foto no orkut? Nada! Ele saiu na revista Época. Além de ser o entrevistado de uma matéria, o cara teve destaque com foto no índice. Quando eu vi a matéria da capa fui correndo pra banca ver a revista impressa. “Filho da mãe, se escondeu tanto da gente e se revelou pro mundo numa revista!”. Mas o cara merece, escreve como ninguem e é bacana demais. O Téo é um exemplo, dos mais clássicos, de que a internet veio mesmo pra nos tirar do isolamente (ou para nos isolar, dependendo da cosmovisão). Parabéns, Téo! Vamos refazer o layout do blog que você agora é famoso! hehehehe

não é mais o blog de um amigo meu

diversitaQuando o Ricardo me mostrou o novo visual do Diversitá, eu achei que era apenas isso, um novo visual para o blog. Ledo engano. O Diversitá não só está com novo visual, como também com novo endereço (diversita.com.br), programa de rádio (com podcast no site logo após a transmissão ao vivo) e agora com um toque feminino nos textos (participação de Vanessa Souza). O Ricardo que me perdoe, mas a presença de uma menina faz toda a diferença. Com o visual agradável, a leitura ficou mais gostosa, sem contar que, não sei porque, os textos parecem até estar mais leves. O Diversitá não é mais apenaso blog de um amigo meu.  É um site de jornalismo opinativo super bacana. Recomendo muito pra todo mundo.

Sobrevivente de um aborto

Esses dois vídeos são o testemunho de Gianna Jesus, uma mulher que sobreviveu a um aborto. Vale muito a pena assistir.

“Eu sei que estou em um prédio público, por sinal muito bonito e eu amo seu país, assim como amo o meu próprio. Mas eu sei que na era em que vivemos não é, de modo algum, politicamente correto dizer o nome de Jesus Cristo em lugares como esse, trazê-lo para esses tipos de reuniões. Porque seu nome pode fazer as pessoas se sentirem terrivelmente desconfortáveis. Mas eu não sobrevivi para fazer todo mundo se sentir confortável”.

dançando com Laura

A música começa devagar.
Ela olha com curiosidade
e toda expressão de espanto
dos seus lindos olhos grandes.

A música acelera.
Ela olha para mim e sorri.
Volta a olhar para onde o som esta vindo e começa a dançar.

Vira a cabeça de um lado para o outro,
flexiona os joelhos, para cima e para baixo.
É a música que envolve qualquer um.
Veja que a dança é uma resposta do instinto
de qualquer ser humano.
E Laura tem apenas 1 ano e 2 meses.

Eu tava aqui pensando…

Em tempos de blogs, microblogs, rede sociais e compartilhamente de feeds, é muito fácil conhecer qualquer pessoa a fundo na internet. Eu comecei a observar isso enquanto lia os feeds compartilhados pelo Ricardo (Diversitá) no GoogleReader. Quer ver como funciona?

Ricardo Oliveira mora em João Pessoa, é formado em jornalismo, mas não gosta de ser chamado de jornalista, prefere ser chamado de ‘Comunicador Social’. Curte publicidade e atividades afins de comunicação, fotografia e design são alguns exemplos. A alguns meses começou a namorar uma menina que se chama Cyntia. Gosta de boa música e é musico, toca violão na banda da igreja (MIRR). É maluco por cinema e escreve sobre isso o tempo todo. Fica contanto os dias pra entrada de novos filmes que ele ouviu falar ou leu em algum lugar. Gosta de quadrinhos e tirinhas, dos mais diversos tipos e estilos. É poeta também, tem um estílo bem próprio, com frases pequenas e mensagens quase subliminares. É bem humorado e gosta de humor inteligente. Gosta de jogos e passa mais da metade (ou quase) do seu dia em frente ao computador, boa parte desse tempo lendo. Se considera um nerd (afinal, já foi o tempo que era feio ser nerd) e além na net, também lê muitos livros.

Bem, eu poderia escrever muito mais, refinar a minha descrição falando dos seus diretores de cinema preferidos, estilos musicais e as melhores bandas na sua opnião, se tem mais amigos homens do que mulheres, onde trabalha, nome do pai, mãe e irmã (que é bem bonita, por sinal), o estilo que se veste, que presentes ele quer no próximo aniversário, etc. E eu nem preciso burlar nenhuma regra de segurança, nem hacker ou coisa assim eu preciso ser, tá tudo ai, nas redes sociais, blogs e micro-blogs. Claro que o Ricardo é um exemplo fácil, o cara ta na internet o tempo todo e em todo lugar. Mas depois que observei isso me dei conta de como temos tão pouca privacidade nesse mundo ainda tão desconhecido.

PS1: Não sou um maluco-perseguidor do Ricardo (hauahaua). Apenas fiz uma investigação rápida pra ilustrar meu pensamento.
PS2: Não, eu não moro na mesma cidade que ele.
PS3: Pra saber que ele é um cara bacana, nem precisa conhecer pessoalmente.
PS4: Escolhi o Ricardo pra exemplo, mas o Thiago também rende um post.

“Mais cedo ou mais tarde você irá perceber, assim como eu percebi, que há uma diferença entre conhecer o caminho e andar por ele.” Morpheus (Matrix)

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