Google Reader no iPhone

“Brand new Google Reader for iPhone”
Sonho de consumo: um iPhone pra ler os meus Feeds no Google Reader enquanto espero na fila do banco, no busão (escondido, com medo do ladrão), na sala de espera do dentista ou quando eu não tiver o que fazer (e não tiver um computador por perto). Melhor que ler revista de consultório (Caras, quase sempre ou aqueles revistas Manchete que ninguem quer mais mesmo) e muito melhor que ficar tentando entender o que se passa nas televisões de sala de espera por leitura labial. Sonha pobre, que um dia você chega lá! Melhor que isso, só meu notebook que eu ainda não tenho.

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sobre trabalho

Quase sempre, quando estou trabalhando em algum projeto, eu peco pelo excesso. Foi assim no meu último trabalho (que ainda não foi aprovado pelo cliente) e é assim em quase todos os outros. Começo, me empolgo, percebo o excesso e, as vezes, chego na medida ideal (atualmente com ajuda de alguns amigos beta test’s). Eu ainda não tinha me convencido e demorei pra dar o braço a torcer, mas o simples é o chic da internet. Quais mais direto e sem rodeios, mas agradável se torna para o usuário, logo, mais eviciente é o site. Toh falando isso porque gostei demais do novo visual do Delicious (que agora é pontocom). Ta menos texto, mas não deixou de ser basicão. Sem peso (rápido carregamento), sem muitas cores pra confundir e mais organizado do que nunca. Até conversei com uma amiga sobre isso ontem, que era exatamente por isso que eu atualmente só uso o Gmail e esqueço que o Hotmail existe.

Ainda sobre trabalho

Toh trabalhando em casa atualmente, o que signica poder fazer os meus próprios horários. Mas estou descobrindo a desvantagem dessa ‘liberdade’. Como já havia descoberto meu amigo Walmar, do FatorW (que está na lista dos 100 blogs mais populares do Brasil), o problema é que você trabalha mais do que quando tinha horário de entrar e sair da empresa. A idéia é trabalhar em casa com horário marcado, 8h por dia, com intervalos de almoço e descanso, e nada de computador a noite. Mas é igual regime: segunda eu começo.

Evangelicalismo

“Muitas pessoas não o recebem (Jesus) como algo de supremo valor”. Assisti esse video e fiquei impactado com a mensagem. Se não conseguir assistir o vídeo, leia a transcrição da mensagem logo abaixo.


“Se você anda pensando porque tem tanto nominalismo nas igrejas, uma razão é que nós não temos entendido o que significa receber a Cristo. Aqui temos uma forma para descrever o problema.

Muitas pessoas… e estas pessoas estão em grave perigo, então tome cuidado você mesmo, o recebem não como algo de supremo valor, precioso. Mas o recebem como perdoador de pecados porque odeiam não estar livres de culpa, não porque amam Jesus. Eles o recebem como aquele que os resgatou do inferno porque eles não querem queimar. Eles o recebem como curandeiro porque amam estar livres das doenças. Eles o recebem como protetor porque amam estar seguros. Eles o recebem como o senhor da prosperidade porque eles amam o dinheiro. Eles o recebem como criador porque seria melhor ter seu próprio universo em ordem. Eles o recebem como Senhor da história por causa da ordem e propósito do universo, a história é algo estável. Eles não o recebem como algo de supremo valor pessoal para eles. Eles não o recebem como o mais glorioso, belo, mais maravilhoso e todo suficiente mais do que tudo no universo, o que nos é mostrado no evangelho, claramente. Eles não o valorizam, não o apreciam, não se alegram nele.

Eles o tratam como: “__ Deixe-me ver aqui… (retirando um cartão do bolso) aqui está! Bem, estou indo para o céu? Claro que irei pro céu! Aqui está meu ticket. Eu assinei o cartão, eu orei a oração, eu o mantenho na minha carteira, esta tudo certo. Se quiser que eu pegue para mostra, aqui esta”.

Amar isso? Me alegrar disso? Prazer nisso? Isso é estupidez, é a carteirinha de membro. “__ Eu só quero ir para o céu, só isso”. Eu temo que seja dessas coisas que nossas igrejas estejam cheias.”

—-

John Piper é pastor e escritor, que atualmente serve como pastor sênior na Igreja Batista Bethlehem em Minneapolis, Minnesota. É muito famoso por causa de seu livro “Desiring God”. No YouTube tem mais preleções dele, todas muito boas. Toh assistindo agora uma que fala sobre “teologia da prosperidade”, tão famosa nos dias atuais.

Eu fui influênciado pelos Beatles!

Conheço alguém que deixou de ouvir Los Hermanos depois da conversão quando ouviu, em uma entrevista a um dos integrantes do grupo, de que uma de suas maiores influências musicais eram os Beatles. Bem, eu nunca tinha entendido (e ainda não entendo) o que tem de mal ser influenciado pelos Beatles, mas eu me pergunto: quem não foi influênciado pelos Beatles nas últimas décadas? Chega a ser engraçado!

Acabei de asistir o filme “Across the universe“, um filme que usa apenas, única e exclusivamente músicas dos Beatles para contar uma história de amor. Achei engraçado a enorme quantidade de melodias que eu já conhecia, visto que tantas versões em português foram feitas das musicas deles, e que eu nunca imaginei que eram versões deles. Agora me diga: se eu fosse um músico, como eu poderia dizer que nunca fui influenciado pelos Beatles se as músicas que eu ouvi na rua, na escola, nos restaurantes e nas rádios, a minha vida toda, eram versões dos Beatles, mesmo sem eu saber?! Incrível como a gente tem preguiça de pensar e medo de questionar e engolismo tudo que nos dizem ser certo ou errado. Mas enfim, conhecereis a verdade e ela vos libertará. Glória a Deus que ela veio a tempo!

Sobre o filme

Não é o melhor filme da minha vida, não sei se compraria pra ter em minha coleção (eu tenho uma coleção?), mas é um filme que vale a pena ser visto. Especialmente se você, como eu, não conhecia quase nada de Beatles. Me apaixonei por algumas músicas, não entendi nada de outras, e fiquei com muita curiosidade em conhecer o contexto histórico em que cada música foi composta. Cada letra cantada tem uma impressão forte do momento que eles estavam vivendo, algumas falavam de amor, outras de revolução, ou simplesmente poesia solta ao vento pra entender ou não. Em algumas partes o filme tem umas sacadas meio “The Wall” (Pink Floyd), aquelas viagens loucas que você demora a entender, mas também tem muito romantismo. Eu recomendo! Em especial se você ainda acha que não foi influênciado pelos Beatles.

quem é legal e quem irrita?

Essa semana me peguei pessando muito no diálogo de um filme que assisti. E isso tem me feito refletir sobre tanta coisa.

__ Não quero mais errar, Gerry!
__ Você está na espécie errada, amor! Seja um pato!

Dia 15 desse mês fiz 26 anos, mais um pouquinho e eu chego aos trinta. Boa parte desses 26 anos eu vivi na infinita insatisfação de não ser ainda o que deveria ser, na eterna busca de ser alguem melhor. Fazendo o balanço hoje vejo que não foi de todo negativo, pelo contrário, tem sido bom demais essa busca por melhorias. Mas vez por outra eu me pego pensando que tem coisas que não precisam mesmo serem melhoradas, que devem ser exatamente dessa maneira, que fazem parte de mim. Um bom exemplo disso é o fato de blogar ou comentar o blog dos outros, pensei nisso enquanto lia um post do “I Stand for him“, sobre a nossa busca por falar coisas que as pessoas gostam. Como se o IBOPE controlasse nossas palavras fazendo o raking do “quem é legal e quem irrita”. Deve ser a influência (em especial para quem ama televisão) dessa luta de audiências que assistimos na tv.

Ainda não tenho uma conclusão sobre isso, apenas andei pensando… e continuo pensando nisso. Incrível o poder que a busca pela perfeição tem sobre nós. Isso me faz lembrar uma aula que tive na Jocum, onde um professor falava que santidade não é sinônimo de perfeição (ou não deveria ser). Isso coloca um peso muito grande sobre os nossos ombros, que pode até nos fazer buscar sempre ser melhores ou então simplesmente desistir de tentar. Quem não conhece a história de alguem que desistiu de tentar acertar e se largou no erro? Eu sempre me perguntei porque ouvimos (ou “eu ando ouvindo”) tão poucas pregações sobre um Deus de amor e perdão, e estamos tão infestados de palavras sobre mudança e transformação radical (alias, tem palavra mais chatinha que “radical”?).

Ainda não tenho uma conclusão sobre isso, apenas andei pensando… e continuo pensando nisso.

“Mais cedo ou mais tarde você irá perceber, assim como eu percebi, que há uma diferença entre conhecer o caminho e andar por ele.” Morpheus (Matrix)

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