MEME – Melhores do 1° semestre

Não sou a melhor pessoa pra falar de filmes, porque eu assisto e esqueço, não é incomum eu ir na locadora e trazer algo que eu já aluguei outras vezes. Começou com o Ricardo, que passou pro Thiago que, diretamente da sua Livraria, me convidou e eu vou listar aqui os melhores filmes do primeiro semestre de 2008. Só um deles eu vi no cinema. São os melhores do primeiro semestre porque eu assistir no primeiro semestre, ok? Vamos lá.

Pink Floyd: The Wall

Assistir esse filme quebrou milhões de paradigmas meus. Sai meio tonto depois de assisti-lo. Chocante e cheio de mensagens pra quem quiser assistir sem preconceitos. “The Wall” é o nome do album mais famoso da banda Pink Floyd e que virou filme no ano em que eu nasci, 1982, dirigido por Alan Parker. O filme conta a história de um rapaz chamado “Pink” que perdeu o pai na 2ª Guerra Mundial quando era criança, tendo, por consequência, desenvolvido uma relação muito estreita com a sua mãe. E é disso que todo o resto do filme fala, relacionamentos quebrados e/ou doentes. Com poucos diálogos, a história é contada toda através das músicas do albúm da banda, que reflete os pensamentos de “Pink”, o personagem principal. Tem que assistir! Comenta-se que “The Wall” está para Pink Floyd, assim como “Across the universe” está para Beatles. Mas entre Pink e Jude, eu fico com o primeiro.

Eu sou a lenda

Sou fã do Will Smith, os filmes dele são sempre muito bons. E nos dois últimos ele mandou bem demais (“Eu sou a lenda” e “À procura da felicidade”). Com direção de Francis Lawrence, “I Am Legend” (original em inglês) é uma adaptação do romance de Richard Matheson, e conta a história de um terrível vírus incurável, criado pelo homem, que dizimou a população de Nova York. A mensagem final do filme é perfeita pra mim, alias, para toda a minha geração que vive tão sem causas pra lutar e dar a vida. Esse é um filme que eu quero ter em casa.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Cara, me emociono só em ver a foto ai em cima. Essa atriz deve ter ficado conhecida como Amélie pelo resto da vida. O olhar da personagem fala tanto quanto a mensagem do filme. Depois desse assisto qualquer filme francês, porque a impressão que ele causou foi ótima. Um filme bem feito, bem construído, com uma história que se desenrola sem cansar, uma fotografia maravilhosa e diálogos super inteligentes. Ele consegue ser engraçado e romantico, na mesma medida. Dirigido por Jean-Pierre Jeunet, concorreu ao Oscar em cinco categorias (Melhor Filme de Língua Estrangeira, Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Som e Melhor Direção de Arte). Bom, se deixar eu fico falando dele por horas, sobre cada detalhe, cada cor, as cenas mais marcantes… afinal eu só assisti cinco vezes. Esse eu já tenho em casa.

Juno

Não é um filme inesquecível, mas é marcante por fugir a fórmula comum dos filmes adolescentes americanos e por ter sido escrito por um iniciante, Diablo Cody. É a história de uma menina de 16 anos chamada Juno, que engravida de seu colega de classe Bleeker. Com a ajuda do pai, da madastra e da melhor amiga Leah, Juno procura o casal “perfeito” para adotar e criar seu filho, já que ela se sente jovem demais para ser mãe. Bom, pela minha pequena sinopse o filme não é interessante realmente, mas assista e tire suas próprias conclusões.

Across the universe

A pergunta que fica é sempre a mesma: como ninguem teve essa ideia antes? Across the Universe, usa apenas, única e exclusivamente músicas dos Beatles para contar uma história de amor entre Jude e Lucy; se você ouve Beatles esses nomes com certeza não estranhos pra você. Até já falei desse filme aqui no blog e é com ele que eu encerro o meu ranking dos cinco melhores. Ah, só pra complementar o filme foi dirigido por Julie Taymor.

Convido a Cibele, o Luna e o Paulo pra continuar com a corrente. Como funciona? Responda indicando o nome do filme e do diretor e, se você estiver a fim, escreva um pequeno comentário também (dê preferência a filmes lançados no cinema, porém, fique livre). Em seguida, indique no mínimo 03 blogueiros para responder a empreitada. Vai lá, é divertido. E fora que dá o maior azar quebrar correntes, sabe como é!

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“Mais cedo ou mais tarde você irá perceber, assim como eu percebi, que há uma diferença entre conhecer o caminho e andar por ele.” Morpheus (Matrix)

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